Construído sobre os alicerces de um antigo casarão colonial no bairro de Santa Teresa, cada ambiente foi pensado para você desfrutar de uma vista sem igual da cidade, com bom gosto e sofisticação.

Tudo aqui está rodeado de arte e, para nós, ela é vital. A arte contemporânea é nosso fio condutor. Ela está em toda parte, inclusive na sutil e abstrata arte de receber bem. Por todos os cantos há uma obra de arte, um móvel de design, uma peça premiada.

Tudo fruto de uma cuidadosa seleção de peças emblemáticas do riquíssimo design brasileiro. Estão por aqui criações de nomes como Sergio Rodrigues, Jader de Almeida e Carlos Motta. O sofá e a cadeira Taja (Sergio Rodrigues), as luminárias Lux, Don e Pen (Jader de Almeida) e a espreguiçadeira Timbó (Carlos Motta) são alguns exemplos do que você verá - e usará - no Casa Marques.

Em cada suite exclusiva há uma obra feita por artistas brasileiros, esses artistas colaboram desde o começo do projeto e fazem parte da essência do lugar:

Toz - Toz diz que cria como necessidade. Inspirados no cotidiano moderno e urbano, seus trabalhos são como "uma grande revista em quadrinhos". Também trabalha com acrílica para detalhes e contornos, além de outras técnicas, misturando materiais.

Bragga - Designer gráfico, Bragga começou a pintar no Rio de Janeiro em 1998, e seu primeiro contato com o graffiti veio através de skate e hip hop, que influenciaram suas referências visuais. Em seus trabalhos, busca uma linguagem urbana universal.

Coletivo Muda - Formado pelos designers Bruna Vieira e João Tolentino, e pelos arquitetos Diego Uribbe, Duke Capellão e Rodrigo Kalache em 2010, o Coletivo MUDA vê a cidade como um laboratório de transformação. MUDA vem de mudança. Associada à arte de rua, as suas intervenções espaciais alteram de fato a natureza do Rio.

Marcio SWK - Deixar na parede uma intensa e vibrante composição de letras, formas e cores: esse pode ser um breve resumo da busca incessante de Márcio “SWK,” uma das mais expressivas referências do graffiti brasileiro.

Gais - Os campos de cores no trabalho do Gais são criados através das superfícies monocromáticas e planos divididos usuais na pintura concretista. Tais características remetem à história do modernismo e jogam com o tempo e espaço a que sua arte pertence.